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 "Toda mulher pode fazer algo em favor de outra mulher"
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O rádio ainda é considerado um dos maiores meios de comunicação do mundo. Seu alcance, muitas vezes, excede nossas expectativas. Há muitos anos nesse meio, a Rádio Trans Mundial tem realizado um trabalho magnífico para o Reino de Deus. Um desses ministérios é o Projeto Ana. Fundado há oito anos - no Brasil, há três, é um projeto internacional de compaixão às mulheres em todo o mundo: de oração, de conscientização e programação de rádio.
Um dos seus programas é o "Mulheres de Esperança", produzido e realizado por Andrea Pavel e Celina Rempel, também coordenadora do Projeto Ana no Brasil. "É um programa semanal, em vários horários, que leva encorajamento à mulher oprimida e sofrida, numa linguagem feminina e com temas variados", diz Celina Rempel. Atualmente o programa é traduzido e contextualizado em 31 línguas.
O Projeto Ana surgiu no coração de uma brasileira que morava em Cingapura, Marli Spieker. Incomodada com o tratamento indigno recebido pelas mulheres em determinadas culturas do mundo, ela entendeu que poderia usar o rádio para levar a Esperança à elas. Além do "Mulheres de Esperança", seu projeto também oferece o Calendário Mensal de Oração traduzido em 23 línguas, e distribuído em mais de 85 países, contando com mais de 1200 intercessores em todo Brasil.
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 Grupo de Estudos em Cingapura
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"Respondo cartas de ouvintes"
, diz Celina "escrevo artigos, e oramos muito. A oração é nossa espinha dorsal. São 30 minutos, no rádio, de esperança, conselhos práticos e ensinamentos espirituais para o cotidiano das mulheres". Tudo movido pela compaixão à mulher brasileira e suas dificuldades, tanto nas cadeias femininas, como nas tribos indígenas, quanto em sua própria família.
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 Celina Rempel e Jenny Chi, em Cingapura
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Por trás destas realizações do Projeto Ana no Brasil há um contínuo desejo de Celina Rempel, graduada internacional do Haggai, em: levantar cada vez mais intercessoras, levar a mensagem de Deus de forma atrativa e inteligente, evangelizar com responsabilidade e adoração e ter, sempre, a consciência do que se faz, porque se faz e para quem se faz. "Quero ver as brasileiras regadas de amor e de oração", diz ela.

Pablo Marcelo
Fevereiro, 2006